A indústria da construção nacional terá mais um ano de destaque, não se deixando afetar pelos efeitos da crise bancária internacional. Se acontecer, o crescimento projetado de 3,5% para o PIB, o produto da construção deverá ter um aumento de 5,2%.
Este foi o cenário apresentado pelos economistas da FVG que mantiveram as previsões anunciadas pelo presidente do SindusCon-SP, Sergio Watanabe, e pelo vice-presidente de Economia, Eduardo Zaidan.
Segundo os economistas, a expansão da construção se dará principalmente devido ao aumento do ritmo de execução de moradias do Programa Minha Casa, Minha Vida; à aceleração das obras para a Copa de 2014 e as Olimpíadas de 2016; ao fato de o crédito imobiliário continuar sustentando a demanda habitacional, e ao crescimento dos recursos para a expansão da infraestrutura.
No caso do Programa Minha Casa, Minha Vida, a expectativa para 2012 é a contratação de 600 mil novas unidades habitacionais e a entrega de mais de 400 mil novas residências, das quais metade integrantes da faixa 1 do programa (destinadas a famílias com renda mensal de até R$ 1.600). Já em relação à infraestrutura, embora a atividade de construção nesse segmento deva crescer em 2012, os economistas alertaram para uma possível diminuição dos desembolsos do BNDES, em relação ao que havia sido previsto originalmente.
Fonte: SindusCon-SP







































